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Lídia Sayuri está classificada para o Pan-Americano Sub-13, em Cancún

Lídia Sayuri está classificada para o Pan-Americano Sub-13, em Cancún

Lídia Sayuri Tsuji Palma está classificada para o Campeonato Pan-Americano Sub-13 e Sub-15, em 28 e 29 de novembro, em Cancún. A CBJ deu vaga aos quatro primeiros de cada categoria no Brasileiro, e ela terminou em primeiro nos -48 kg. É o primeiro atleta do Judô Honda a representar o Brasil.

09 de agosto de 2026 ·Judô Honda Indaiatuba ·5 min de leitura
Lídia Sayuri está classificada para o Pan-Americano Sub-13, em Cancún

A Lídia Sayuri Tsuji Palma, do Judô Honda Indaiatuba, está classificada para o Campeonato Pan-Americano Sub-13 e Sub-15, que acontece nos dias 28 e 29 de novembro de 2026, em Cancún, no México. É a primeira vez que um atleta formado no dojô vai representar o Brasil em competição internacional.

Lídia Sayuri Tsuji Palma estendendo a medalha de ouro do Campeonato Brasileiro Sub-13 em direção à câmera, no aeroporto, com a camisa da Federação Paulista de Judô

De volta a São Paulo com o ouro do Brasileiro na mão. A próxima parada é Cancún.

Como veio a vaga

A classificação saiu do Campeonato Brasileiro Sub-13, disputado em 1º e 2 de agosto em Macapá. A Confederação Brasileira de Judô definiu que os quatro primeiros colocados de cada categoria, no Sub-13 e no Sub-15, ganham vaga na seleção brasileira para o continental.

A Lídia não precisou depender do critério: terminou o Brasileiro em primeiro lugar nos -48 kg, com cinco lutas e cinco vitórias, na chave mais cheia do feminino, que reuniu 33 atletas de 21 unidades da federação. Onze anos de idade, primeiro ano dela na categoria.

Lídia Sayuri Tsuji Palma com a medalha de ouro em frente ao painel do Campeonato Brasileiro de Judô Sub-13, em Macapá

Campeã brasileira Sub-13 dos -48 kg, em Macapá.

Lídia Sayuri entrando no tatame com a adversária durante o Campeonato Brasileiro Sub-13, em Macapá

Em Macapá, cada rodada trouxe uma campeã estadual do outro lado do tatame. Foram cinco.

O que muda em um Pan-Americano

Até aqui, o adversário mais difícil que ela encontrou veio de outro estado. No Pan-Americano, vem de outro país.

A competição reúne as seleções nacionais das Américas, com atletas formados em escolas de judô diferentes da brasileira. Muda o estilo de pegada, muda o ritmo, muda a leitura do combate, e não existe histórico prévio para estudar antes. É outro patamar de exigência para uma atleta de onze anos.

Muda também o que está escrito nas costas: em Macapá, o dorsal dizia SP. Em Cancún, vai dizer BRA.

O calendário até lá

Entre agora e o Pan-Americano, a temporada dela segue cheia:

São duas viagens em novembro, com duas semanas de intervalo entre elas.

Lídia Sayuri com a medalha de ouro e os dois troféus de primeiro lugar da equipe paulista

O ouro do Brasileiro e os troféus de campeã por equipes conquistados por São Paulo.

Um dojô de bairro na seleção brasileira

O Judô Honda Indaiatuba treina terça e quinta, das 18h às 21h, na Cidade Nova II. Não tem verba pública, não tem centro de alto rendimento, não tem equipe multidisciplinar. Tem tatame, um sensei que forma atleta há mais de quarenta anos e famílias que bancam cada viagem.

Com essa estrutura, o dojô fecha 2026 com uma campeã brasileira Sub-13 e uma convocada para a seleção brasileira. Não é o fim de um processo, é o começo de outro: quem chega ao Pan aos onze anos ainda tem Sub-15, Sub-18 e o resto da carreira pela frente.

Até novembro, o trabalho é o mesmo de sempre. Terça e quinta, 18h.

Parabéns, Lídia. Agora é o Brasil nas costas. 🥋


Judô Honda Indaiatuba Rua Alagoas, ao lado do nº 90, Cidade Nova II Terça e quinta · 18h às 21h WhatsApp (19) 99425-7881

Filiações Oficiais

O Honda é parte da rede oficial do judô, do estado ao mundo.

Filiação ativa que assegura participação em campeonatos, graduação reconhecida e formação dentro dos padrões internacionais.

[ Substituir SIGLAS por logos oficiais das federações quando disponíveis ]