Dia de treino no Judô Honda: casa cheia e o alto rendimento fechando a noite
Terça-feira de treino no Judô Honda Indaiatuba com a casa cheia: turma geral, treino de alto rendimento e, no meio da fila, os dorsais de quem acabou de voltar do Campeonato Brasileiro Sub-13.
Terça-feira, 11 de agosto de 2026. Dez dias depois de o Judô Honda Indaiatuba voltar de Macapá com uma campeã brasileira e um sétimo lugar nacional, o tatame da Cidade Nova II abriu a noite igual a sempre: aula às 18h e o treino de alto rendimento fechando o dia.
A diferença é que a casa está cheia.

Fim do primeiro treino da noite. Todo mundo em seiza, ouvindo antes de sair do tatame.
Duas turmas na mesma noite
O treino do dojô é terça e quinta, das 18h às 21h, mas essas três horas não são um bloco único. O tatame se reveza: primeiro entra a turma geral, que junta iniciantes e as categorias infantis, e depois vem o treino de alto rendimento, para quem está em ciclo de competição federada.
Estas fotos são do intervalo entre um e outro, quando o tatame troca de gente e o dojô fica no ponto mais cheio da noite: quem acabou de treinar, quem está chegando e as famílias na beirada esperando.

O dojô no intervalo entre as turmas. Ao fundo, a estante de troféus e as medalhas de temporadas inteiras.
Os dorsais dizem tudo
Repare nas costas dos judogis. Ali estão os dorsais de competição, com o nome de cada atleta e o dojô: Lídia Sayuri, D. Von Ah, Miguel Salerno, Samuel Kazuo, Clara Costa, Davi Luis. Em alguns, o SP da seleção paulista.
Não é uniforme de exibição. É a mesma roupa com que eles lutaram no Paulista, no Brasileiro e nos regionais deste ano, e que voltou para o treino de terça como se nada tivesse acontecido. A Lídia Sayuri, campeã brasileira Sub-13 e classificada para o Pan-Americano de Cancún, está na mesma fila que o colega que começou há três meses. O Davi Von Ah, sétimo do Brasil, também.

Os dorsais de competição no treino comum de terça-feira.

Antes de cada bloco, a mesma rotina: sentar, ouvir, entender o que vai ser treinado.
Por que isso importa
Depois de um resultado nacional, o risco de qualquer dojô é o time achar que chegou. O antídoto é banal e funciona: voltar para o treino de terça.
O atleta que ganhou o Brasileiro aquece com o mesmo grupo, cai no mesmo tatame e apanha nas mesmas correções. E o aluno que está começando divide o randori com quem acabou de vir de um pódio nacional, o que muda a régua de quem está começando muito mais rápido do que qualquer discurso.
É esse convívio que sustenta o nível do dojô. A base não sobe porque um atleta venceu; ela sobe porque esse atleta continua treinando ali no meio.
O que vem por aí
O calendário não dá folga. Neste sábado, 15 de agosto, é o 55º Torneio Periquito de Judô, no Ginásio Palestra Itália, em São Paulo, com abertura às 8h e combates a partir das 8h30. Depois vêm a seletiva paulista do Meeting, em outubro, o Meeting Interestadual em Santa Catarina e o Pan-Americano em Cancún, no fim de novembro.
Até lá, a receita é a de sempre: terça e quinta, 18h às 21h, Rua Alagoas, Cidade Nova II.
Quem quiser conhecer o dojô, é só aparecer num dia de treino ou chamar no WhatsApp. 🥋
Judô Honda Indaiatuba Rua Alagoas, ao lado do nº 90, Cidade Nova II Terça e quinta · 18h às 21h WhatsApp (19) 99425-7881